E eu aqui sosinha.. Denovo...
Não quero ouvir ninguém, não quero saber de nada, não quero sentir nada. Quero esperar você voltar reta e dura como uma estátua, porque tenho medo de me espalhar pelo mundo e nunca mais ser sua. Posso te garantir que o verão solitário me deixou mais mulher, mais leve e mais bronzeada e que, depois de sofrer muito querendo uma pessoa perfeita e uma vida de cinema, eu só quero ser feliz de um jeito simples. Hoje o céu ficou bem nublado, mas depois abriu o maior sol.

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Obg []

Posted on May/19/2012
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"— Ela foi embora, cara.
— E você não fez nada?
— Fiz, abri a porta pra que ela saísse.
— (silêncio)
— Qual é o seu problema?
— Sei lá, eu sou um bêbado e nunca gostei de ninguém na vida. Fora isso? Nenhum.
— Ela te ligou hoje cedo?
— Não, só deixou um bilhete em cima da cômoda.
— E o que tava escrito?
— Não me lembro. Rasguei o papel quando vi que era dela.
— Tu é um filho da puta.
— Eu sei, ela disse isso por várias vezes, chorando ao telefone na noite anterior. Eu nem sei com quem ela tava falando, mas ela falava baixo, achava que eu tava dormindo, eu não tava dormindo. Pior do que ouvir você dizer que eu não valho nada, foi ler tudo que eu li. Ela dizia que tinha ido embora, mas era eu quem tinha a abandonado primeiro. Acha que fui covarde abrindo a porta pra ela sair? Diz isso porque não viu a cara dela quando eu não fiz nada pra que ela ficasse.
— E o amor? Como fica?
— Fica comigo." 

(via abstinenc-e)



—Alô?
—Antes de tudo peço que, por favor, não desligue.
Era muito mais do que um pedido. Era uma suplica. Então ele continuou:
—Não precisa dizer nada, por enquanto. É que porra, eu tentei. Tentei mesmo. Quis bancar o durão e esquecer como sempre fiz com as outras. Só que caramba, não era qualquer uma. Era você. E não tem como te esquecer. Por mais que eu tente. Procurei outras mulheres, beijei outras bocas, senti outros cheiros e deitei com algumas. Só que sempre acontecia o mesmo: eu ficava procurando nelas o que só havia em você. Era até meio irônico, pois eu tentava te esquecer te procurando em outras. Tudo isso é clichê, eu sei. Mas que seja, eu vou dizer, e repetir se preciso for: eu te amo. Sempre te amei, só não sabia como demonstrar isso. E agora passo dia e noite me culpando por tudo ter terminado. Se eu fiz algo que te machucou, peço que me perdoe, nunca foi minha intenção. Se você quiser vou até sua casa agora e peço de joelhos perdão. Eu faço tudo o que você quiser. Só saiba que se pedir para eu sair da sua vida e te esquecer de vez, não vou cumprir. Vou respeitar e me afastar. Só que caralho eu prefiro morrer a ficar sem você. Não está dando mais. Eu preciso de você, eu quero você. Com todo o egoísmo que tenho eu assumo: quero você só pra mim de novo. Quero que você seja minha para sempre Bianca.
Do outro lado ela segurava o choro. Apenas ouvindo tudo o que tinha que dizer. Assim que ele terminou, ela sussurrou com voz fraca:
—Eu não posso ser sua novamente Serginho…
—Me diga a verdade. Não minta pra mim: já tem alguém ocupando o lugar que um dia foi meu?
—Não, e nem nunca vai ter.
—Então, volta. Se quiser vou ai na sua casa agora, pra poder te abraçar e dizer que tudo vai ficar bem. Vou até ai pra podermos relembrar o quanto somos perfeitos juntos.
—Não é possível. Não estou em casa.
—Onde você está? Diga-me. Vou até você mesmo assim.
—Esqueça. Por favor. As coisas já estão difíceis demais para que eu possa suportar. Não faça com que elas se compliquem mais. Apenas digo-lhe: a culpa do termino não foi sua. Na verdade eu não queria terminar. Fiz isso por não ter escolha.
Agora ela chorava, e ele quis confortá-la. Mas nem ele mesmo estava conseguindo ser forte.
—Como assim não teve escolha? Me explique. Eu necessito entender tudo isso. Chega de confusões.
—Não quero falar sobre isso. Preciso desligar…
—Não, por favor. Não desligue. Pelo menos conclua: tudo entre nós se acabou mesmo?
—Amores verdadeiros não se acabam.
—Então você ainda me ama?
—Nunca deixei de amar.
—Mas ainda sim, mesmo me amando, terminou comigo. Não lhe entendo.
—Não tente. Na verdade eu só terminei com o namoro pelo fato de não querer que você visse o meu fim…
—Seu fim? Bianca, do que você está falando?
—Eu já disse demais. Fica com Deus Serginho. E seja feliz. Sem mim.
—Bia…
Ela havia desligado, me deixando sem entender nada. As lágrimas escorriam pelos meus olhos, só que consegui controlá-las. Mal sabia que a pior noticia da minha vida estava prestes a vir junto com o amanhecer do dia seguinte. Acordei lá pelas dez da manha. Abri a porta do quarto e ouvi minha mãe chorar. Fui até ela ver o que tinha acontecido. Ela olhou pra mim com os olhos vermelhos e disse:
—A Bianca filho…
Milhares de coisas se passaram pela minha mente. Mas um delas se fixou e eu não quis aceitá-la.
—O que tem a Bianca mãe?
—Ela… Ah filho… A Bianca se foi.
—Como assim?
—Ela morreu Serginho.
Não. Aquilo não estava acontecendo. Então de repente comecei a lembrar da nossa conversa. A voz fraca dela, a respiração ofegante e descompassada… Ela disse que não queria que eu visse o fim dela. Claro agora tudo se encaixava. Ela estava morrendo, e não quis que eu a visse definhar. Ainda assim não quis acreditar.
—Morreu? Do que mãe? Não… Isso não é verdade. Diga que está brincando. Diga!
Eu disse isso gritando. Tudo o que eu queria ouvir era que tudo não passava de um engano.
—Filho, ela tinha leucemia. Eu também não sabia. A mãe dela me ligou agora a pouco e disse que a Bianca havia morrido hoje de madrugada. E a ultima coisa que ela disse foi seu nome…
Cai num choro tão desesperado que cheguei a soluçar. Minha mãe tentou me amparar, porem eu a afastei. Fui até meu quarto e me tranquei. Peguei todas as lembranças que tinha. Tanto concretas quanto abstratas. E aquilo pra mim, ainda era muito irreal. Tudo o que eu queria ouvir era que tudo passava de uma brincadeira de mau gosto. Que a Bianca ainda estava viva e bem. Que eu ia poder ver ela novamente, abraçá-la e sentir o cheiro adocicado que só ela tinha. Mesmo que fosse só como amigos. Eu não me importava. Apenas queria vê-la bem e feliz. Independente de ser comigo ou não. Eu apenas queria a minha Bianca de volta. E isso era a única coisa que eu não podia ter. Ela havia partido. Para sempre. (d-esmoronar)

—Alô?

—Antes de tudo peço que, por favor, não desligue.

Era muito mais do que um pedido. Era uma suplica. Então ele continuou:

—Não precisa dizer nada, por enquanto. É que porra, eu tentei. Tentei mesmo. Quis bancar o durão e esquecer como sempre fiz com as outras. Só que caramba, não era qualquer uma. Era você. E não tem como te esquecer. Por mais que eu tente. Procurei outras mulheres, beijei outras bocas, senti outros cheiros e deitei com algumas. Só que sempre acontecia o mesmo: eu ficava procurando nelas o que só havia em você. Era até meio irônico, pois eu tentava te esquecer te procurando em outras. Tudo isso é clichê, eu sei. Mas que seja, eu vou dizer, e repetir se preciso for: eu te amo. Sempre te amei, só não sabia como demonstrar isso. E agora passo dia e noite me culpando por tudo ter terminado. Se eu fiz algo que te machucou, peço que me perdoe, nunca foi minha intenção. Se você quiser vou até sua casa agora e peço de joelhos perdão. Eu faço tudo o que você quiser. Só saiba que se pedir para eu sair da sua vida e te esquecer de vez, não vou cumprir. Vou respeitar e me afastar. Só que caralho eu prefiro morrer a ficar sem você. Não está dando mais. Eu preciso de você, eu quero você. Com todo o egoísmo que tenho eu assumo: quero você só pra mim de novo. Quero que você seja minha para sempre Bianca.

Do outro lado ela segurava o choro. Apenas ouvindo tudo o que tinha que dizer. Assim que ele terminou, ela sussurrou com voz fraca:

—Eu não posso ser sua novamente Serginho…

—Me diga a verdade. Não minta pra mim: já tem alguém ocupando o lugar que um dia foi meu?

Não, e nem nunca vai ter.

—Então, volta. Se quiser vou ai na sua casa agora, pra poder te abraçar e dizer que tudo vai ficar bem. Vou até ai pra podermos relembrar o quanto somos perfeitos juntos.

—Não é possível. Não estou em casa.

—Onde você está? Diga-me. Vou até você mesmo assim.

—Esqueça. Por favor. As coisas já estão difíceis demais para que eu possa suportar. Não faça com que elas se compliquem mais. Apenas digo-lhe: a culpa do termino não foi sua. Na verdade eu não queria terminar. Fiz isso por não ter escolha.

Agora ela chorava, e ele quis confortá-la. Mas nem ele mesmo estava conseguindo ser forte.

—Como assim não teve escolha? Me explique. Eu necessito entender tudo isso. Chega de confusões.

—Não quero falar sobre isso. Preciso desligar…

—Não, por favor. Não desligue. Pelo menos conclua: tudo entre nós se acabou mesmo?

—Amores verdadeiros não se acabam.

Então você ainda me ama?

Nunca deixei de amar.

—Mas ainda sim, mesmo me amando, terminou comigo. Não lhe entendo.

—Não tente. Na verdade eu só terminei com o namoro pelo fato de não querer que você visse o meu fim…

—Seu fim? Bianca, do que você está falando?

—Eu já disse demais. Fica com Deus Serginho. E seja feliz. Sem mim.

—Bia…

Ela havia desligado, me deixando sem entender nada. As lágrimas escorriam pelos meus olhos, só que consegui controlá-las. Mal sabia que a pior noticia da minha vida estava prestes a vir junto com o amanhecer do dia seguinte. Acordei lá pelas dez da manha. Abri a porta do quarto e ouvi minha mãe chorar. Fui até ela ver o que tinha acontecido. Ela olhou pra mim com os olhos vermelhos e disse:

—A Bianca filho…

Milhares de coisas se passaram pela minha mente. Mas um delas se fixou e eu não quis aceitá-la.

—O que tem a Bianca mãe?

—Ela… Ah filho… A Bianca se foi.

—Como assim?

Ela morreu Serginho.

Não. Aquilo não estava acontecendo. Então de repente comecei a lembrar da nossa conversa. A voz fraca dela, a respiração ofegante e descompassada… Ela disse que não queria que eu visse o fim dela. Claro agora tudo se encaixava. Ela estava morrendo, e não quis que eu a visse definhar. Ainda assim não quis acreditar.

—Morreu? Do que mãe? Não… Isso não é verdade. Diga que está brincando. Diga!

Eu disse isso gritando. Tudo o que eu queria ouvir era que tudo não passava de um engano.

—Filho, ela tinha leucemia. Eu também não sabia. A mãe dela me ligou agora a pouco e disse que a Bianca havia morrido hoje de madrugada. E a ultima coisa que ela disse foi seu nome

Cai num choro tão desesperado que cheguei a soluçar. Minha mãe tentou me amparar, porem eu a afastei. Fui até meu quarto e me tranquei. Peguei todas as lembranças que tinha. Tanto concretas quanto abstratas. E aquilo pra mim, ainda era muito irreal. Tudo o que eu queria ouvir era que tudo passava de uma brincadeira de mau gosto. Que a Bianca ainda estava viva e bem. Que eu ia poder ver ela novamente, abraçá-la e sentir o cheiro adocicado que só ela tinha. Mesmo que fosse só como amigos. Eu não me importava. Apenas queria vê-la bem e feliz. Independente de ser comigo ou não. Eu apenas queria a minha Bianca de volta. E isso era a única coisa que eu não podia ter. Ela havia partido. Para sempre. (d-esmoronar)

Posted on May/19/2012 with 56 notes
( Via | Source) Reblog this


Sabe qual é o real problema do Tumblr? Você. Você que cria uma conta aqui, achando que vai encontrar o amor da sua vida na sua página de followers. Mas não meu filho, você não vai achar ele aqui, e sabe por quê? Porque todo mundo mente aqui, todo mundo mesmo. Até eu menti. Então para de achar que o amor da sua vida vai te mandar uma ask, porque não vai, e se isso acontecer, é uma exceção no meio de sei lá quantas mil pessoas encalhadas que não saem da frente do computador. Eu sinto muito, mas amor de Tumblr não existe, e se existe, é no máximo amizade. Porque aqui tá cheio de filho da puta, inclusive eu. Então cuidado, o seu gostosão de 17 anos, surfista e que toca violão, pode ser o meu avô na lan house.  


"Era tão fácil jurar pra mim que não te procuraria mais, até você aparecer outra vez na minha vida, com outras histórias, outros olhares, outro jeito de surpreender, mas no fundo, com os mesmos planos de sempre." 

Idiota  (via re-contar)



Eu nem sei mais quantas chances eu te dei, mas incrivel como você soube desperdiçar todas elas. 

Eu nem sei mais quantas chances eu te dei, mas incrivel como você soube desperdiçar todas elas. 

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